A partir desta sexta-feira (1º), a maior parte dos pedágios de São Paulo passa a cobrar novas tarifas nas rodovias concessionadas do Estado. Com o reajuste, o preço do pedágio do Sistema Anchieta-Imigrantes que é o mais caro do estado vai passar de R$18,50 para R$ 20,10. A concessionária Ecovias, que administra o sistema de estradas que levam ao litoral sul, informou que a receita líquida da empresa em 2010 atingiu aproximadamente R$ 687 milhões(Veja o vídeo). E os custos operacionais foram de R$ 280 milhões. Ainda de acordo com a nota, a variação dos custos de 2009 para 2010 subiu 0,31%. Enquanto que o reajuste do ano passado foi de 5,21%. Veja a reportagem de Marcela Rahal Leia a matéria completa aqui
Blog do Ribamar Bianchini Quando levanto cedo e coloco o pé no chão o DIABO lamenta: O CARA ACORDOU
domingo, 3 de julho de 2011
O castelo do governador do partido da elite
Para FHC, é preciso abandonar visão de que PT é povo e PSDB é elite
Quando o inverno começa, o governador de São Paulo têm destino certo. O refúgio é um castelo de 105 cômodos numa das montanhas mais altas de Campos do Jordão, onde está o Palácio Boa Vista --a "casa no campo" oficial do Estado.
Neste fim de semana, Geraldo Alckmin (PSDB) inaugurou a temporada no local para participar da abertura do festival de música da cidade (181 km de São Paulo).
Enquanto passeia pelos jardins da casa, o tucano poderá esbarrar em algum grupo de turistas curiosos para descobrir detalhes de sua vida íntima. Parte do palácio funciona como museu e é aberta à visitação.
"Este é o quarto do governador, onde dormem o Alckmin e a Lu [primeira-dama]", anuncia a monitora Maria Clotilde Lemos, 73. Os visitantes logo questionam dona Clô, como é conhecida, ao perceberem que há duas camas de solteiro.
"Eles são um casal apaixonado, gostam de dormir juntinhos no frio", brinca a monitora, que há 38 anos guia os passeios.
Na verdade, Alckmin e Lu dormem em outro cômodo, também no primeiro andar. Os móveis, no entanto, são mais novos e confortáveis.
O quarto foi o escolhido pelo então governador Adhemar de Barros quando inaugurou o palácio de inverno oficial, em 1964. Fica em cima do gabinete para despachos, onde está a obra "Operários", de Tarsila do Amaral.
Na gestão anterior (2001-06), o casal costumava levar os três filhos nos fins de semana, e a primeira-dama organizava missas aos domingos na capela projetada por Paulo Mendes da Rocha.
Neste ano, o palácio foi escolhido para uma fuga da capital logo depois da posse.
COSTUMES
O ex-governador José Serra (PSDB) preferia dormir em um cômodo no térreo, ao lado da sala de estar com lareira e TV de plasma.
Segundo conhecedores da rotina do palácio, Serra (2007-10) foi o governador mais assíduo. Inverno ou não, viajava a Campos do Jordão. Ajustou, inclusive, um quarto para o neto.
Seu vice e sucessor, Alberto Goldman (PSDB), ficou só nove meses no cargo, mas aproveitou os confortos do local. Passava horas no salão nobre do palácio tocando piano, um de seus hobbies.
Presidentes têm um quarto próprio, com uma cama vinda da França de 2,40 metros de comprimento.
Na visita, feita por 7.000 turistas em junho, a monitora conta que o ex-presidente que mais deitou naquela cama foi Fernando Henrique Cardoso. Ele já se hospedou no palácio 12 vezes. Lula recebeu convite, mas nunca foi por motivos de agenda.Da Folha
Presidente Itamar Franco morre aos 81 anos em São Paulo
DE SÃO PAULO Itamar Franco, presidente da República de 1993 a 1994, morreu aos 81 anos neste sábado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 21 de maio, quando foi diagnosticado com leucemia. Eleito senador pelo PPS de Minas Gerais no ano passado, Itamar estava licenciado do cargo depois para realizar o tratamento contra a doença e, segundo os médicos, vinha respondendo bem às sessões de quimioterapia. Lula Marques - 11.mai.11/Folhapress | |
Itamar, completou 81 anos no último dia 28 de junho, assumiu a Presidência após a renúncia de Fernando Collor de Mello. Ele também governou o Estado de Minas Gerais entre 1999 e 2003 e foi eleito senador no ano passado, com 5.125.455 votos.
PERFIL
O engenheiro Itamar Augusto Cautiero Franco nasceu em 28 de junho de 1930 a bordo de um navio. Ele foi registrado em Salvador (BA). Sua carreira política teve início no MDB (Movimento Democrático Brasileiro), legenda pela qual foi eleito prefeito de Juiz de Fora em duas gestões, entre 1967 e 1971 e entre 1973 e 1974.
Também representando o MDB, Itamar chegou a Brasília para seu primeiro mandato como senador em 1974. Ele se reelegeu em 1982, já como militante do PMDB.
Quatro anos depois, Itamar migrou para o PL, após divergências com o diretório mineiro do PMDB. Ele chegou a concorrer ao governo de Minas, mas perdeu a disputa para a antiga legenda.
Em 1989, durante as primeiras eleições diretas para presidente depois da ditadura militar, Itamar foi eleito vice-presidente do Brasil pelo PRN, na chapa de Fernando Collor de Melo. Collor recebeu 20 milhões de votos no primeiro turno e 35 milhões no segundo turno, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
PRESIDÊNCIA
Itamar Franco assumiu a Presidência da República em 2 de outubro de 1992, depois da renúncia de Collor e do processo que levou ao seu impeachment. O mineiro nascido na Bahia permaneceu no cargo de comandante em chefe da nação durante dois anos, três meses e 29 dias.
Seu governo foi marcado por uma coalizão de partidos com o objetivo de garantir a governabilidade e a estabilidade democrática após o processo de impeachment que mobilizou a sociedade e os crescentes problemas econômicos, como a escalada da inflação.
Entre os feitos de Itamar como presidente está a aprovação do IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira) que, em 1996, passou a se chamar CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
Em 1993, o governo realizou um plebiscito previsto na Constituição de 1988 para escolher a forma e o sistema de governo brasileiros. O resultado confirmou o regime republicano e o sistema presidencialista.
Ainda durante a gestão de Itamar, em 1993, Fernando Henrique Cardoso foi nomeado ministro da Fazenda, e incumbido com a tarefa de combater a inflação. No mesmo ano, o Brasil adotou o Cruzeiro Real, e foi lançado o Plano de Estabilização Econômica, que preparava o país para a introdução de uma nova moeda.
Em julho de 1994, o real começou a circular.
A estabilidade econômica do Plano Real garantiu a FHC a vitória na disputa presidencial daquele ano.
VIDA PÚBLICA
Desde que passou a faixa de presidente a FHC, em 1º de janeiro de 1995, Itamar seguiu na vida pública. Ele se tornou embaixador do Brasil em Portugal entre 1995 e 1996 e, depois, representou o país na OEA (Organização dos Estados Americanos) de 1996 a 1998.
Neste ano, depois de não ter conseguido a indicação do PMDB para disputar a Presidência, Itamar venceu as eleições para o governo de Minas Gerais.
Ele tentou concorrer nas eleições presidenciais de 2002 e 2006, mas perdeu a indicação do partido novamente para outros candidatos. Em 2009, Itamar anuncia sua filiação ao PPS e, no ano seguinte, disputa as eleições para o Senado.
O presidente foi eleito senador por Minas com 5.125.455 votos. Seu primeiro suplente é José Perrela de Oliveira Costa.
domingo, 26 de junho de 2011
Então, o filho não é de FHC?
Segundo conta a revista Veja, adorada pelos politicos de oposição, exame de DNA revela que filho que FHC reconheceu não era dele
Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
Dois exames de DNA, o último deles feito no início do ano, deram um desfecho surpreendente a uma história envolta em muita discrição há duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009 em um cartório espanhol, não é filho do ex-presidente.
Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
A situação, porém, sempre foi envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela jornalista Mônica Bergamo de uma reportagem sobre o reconhecimento de Tomás na Folha de S. Paulo, em 2009.Da coluna do Lauro Jardim
Juiz que cancelou união gay é pastor da Assembleia de Deus
"Deus me incomodou, como que me impingiu a decidir", disse o juiz Jeronymo Villas Boas, que cancelou um registro de união estável de um casal de homens na semana passada, em Goiânia.A declaração do magistrado foi dada na manhã desta quarta-feira, na Câmara dos Deputados, em um ato das frentes parlamentares Evangélica e da Família e de lideranças evangélicas em defesa do juiz.
Apesar de afirmar que sua decisão não é discriminatória e "se resume ao controle de legalidade do ato" específico do casal de Goiânia, que não teria preenchido todos os requisitos necessários para o registro da união, Villas Boas deixou claro seu descontentamento com a decisão do STF que reconheceu a união estável para casais gays. "Eu respeito a Constituição como ela foi escrita."
Em vários momentos de sua fala, o juiz fez referências a Deus e à fé dos presentes. Ao argumentar que um juiz não pode ter medo ao proferir suas decisões, disse temer "a Deus, não aos homens".
Após o ato, questionado sobre a eventual influência da religião na sua decisão, Villas Boas se irritou e ensaiou deixar o local. "Eu, como você, tenho direito a expressar a minha fé e sou livre para exercer o meu ministério. Isso não interfere nos meus julgamentos. Mas sou pastor da Assembleia de Deus Madureira. E não nego a minha fé."
O juiz disse ainda que está tranquilo e seguro da decisão que tomou e que, se não for "impedido por decisão superior", vai fazer o mesmo controle com outros registros de uniões homoafetivas.
Deputados da bancada evangélica presentes declararam apoio irrestrito ao magistrado. "Essa desobediência santa nos inspira", afirmou o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) Na Folha
Fora da oposição, Colombo pede verbas a Dilma
O ex-Presidente Lula recebeu ontem o Prêmio Food World 2011, em Washington. Lula quer usar a premiação para cacifar a candidatura de seu ex-ministro José Graziano da Silva para a direção geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
O ex-presidente de Gana John Agyekum Kufuor também foi premiado ontem. Segundo os organizadores do evento, os dois ex-presidentes foram escolhidos pelo esforço feito durante seu governo para executar políticas públicas de combate à fome e à pobreza.
Brasil e Gana devem cumprir metas do Milênio da ONU, de reduzir a pobreza pela metade até 2015. O World Food Prize foi criado em 1986 por Norman E. Borlaug, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1970, para premiar pessoas que contribuem para o fim da fome no mundo.
Lula, de acordo com as informações do prêmio, determinou que mais de dez ministérios se concentrassem nos programas de transferência de renda, permitindo que mais pessoas tivessem acesso à alimentação. O ex-presidente foi elogiado pelo estímulo à agricultura familiar e aos projetos de educação. Segundo dados oficiais, o Brasil reduziu de 12% a faixa de pessoas vivendo em condições de extrema pobreza, em 2003, para 4,8%, em 2009.
Com a premiação, o ex-presidente pretende reforçar a candidatura de Graziano para a direção-geral da FAO, feita por Lula em 2010. A eleição acontecerá durante o congresso da entidade, que começa no sábado, dia 25, em Roma.
O ex-ministro Graziano é agrônomo, economista e coordenou a elaboração do programa Fome Zero, que foi desarticulado no começo do governo Lula. Desde 2006, Graziano é o representante regional da FAO para a América Latina e o Caribe. A função da direção geral do órgão é, sobretudo, diplomática. O objetivo central do órgão da ONU é promover a segurança alimentar no mundo.
Lula intensificou a pressão internacional pela eleição de Graziano. No domingo, o ex-presidente publicou no jornal inglês The Guardian um artigo apoiando-o. Segundo o ex-presidente, a candidatura reafirma o "compromisso do Brasil para com a agenda universal de combate à pobreza e à fome". Lula afirmou que o Brasil, em seu governo, se comprometeu a colocar o problema da fome como uma das prioridades da comunidade internacional.
"De modo consistente com isso, o Brasil tem trabalhado internacionalmente por uma ordem global mais igualitária e equilibrada. Nossa perspectiva está baseada na construção de parcerias igualitárias com países em desenvolvimento em todo o mundo", escreveu Lula. "As credenciais do Brasil no combate à fome e à pobreza estão bem estabelecidas", afirmou. Segundo Lula, o Fome Zero, coordenado por Graziano, " foi o ponto de partida para todas as outras políticas implementadas nos anos seguintes", escreveu o ex-presidente, referindo-se a programas de transferência de renda como o Bolsa Família.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Fora da oposição, Colombo pede verbas a Dilma
O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, obteve da presidente Dilma Rousseff, em reunião ontem, em Brasília, a promessa de auxílio do governo federal em demandas de infraestrutura para seu Estado. As principais obras serão a construção e a conservação de rodovias, a reforma do aeroporto de Florianópolis e a construção de um novo presídio.
A discussão sobre a divisão dos royalties do petróleo também foi tema da reunião. "É um absurdo que somente alguns Estados recebam dinheiro. A riqueza deve ser repartida com todo o Brasil. Vamos mobilizar, na medida do possível, nossos parlamentares para votarem de acordo com os interesses estaduais", disse Colombo.
Segundo Colombo, a duplicação da BR 470, utilizada no escoamento da produção para os portos do Estado é fundamental. "A obra é importantíssima para levar a produção aos portos e vai custar mais de R$ 1 bilhão", explicou. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) fará um empréstimo de US$ 250 milhões para recuperação de estradas estaduais e o BNDES vai entrar com mais R$ 40 milhões para uma série de obras em infraestrutura em Joinville. Colombo disse que a duplicação da BR 470 terá o edital lançado já no próximo mês. O aeroporto de Florianópolis tem a licitação prevista para daqui a 60 dias e a construção de uma nova penitenciária aguarda a liberação dos recursos federais.
Eleito pelo DEM, partido de oposição ao governo federal, Colombo anunciou que vai se transferiu para o PSD, partido que está sendo criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Segundo entrevistas dadas por seus fundadores, a legenda não fará oposição sistemática ao governo federal, com quem pretende estar mais alinhado do que contra.
Tucano Fruet a um passo de "virar a casaca"
Um dos últimos deputados oposicionistas que ganharam holofotes durante a CPI dos Correios, em 2005, está com os dois pés na base governista. Responsável por boa parte dos ataques na maior crise do então governo Lula, Gustavo Fruet deve anunciar a saída do PSDB para o PDT nas próximas semanas. Com a bênção do PT, seria o candidato governista à prefeitura de Curitiba no ano que vem. Em rota de colisão com o governador paranaense, Beto Richa (PSDB), o ex-deputado federal teria um petista como candidato a vice na chapa.
À época da CPI dos Correios, Fruet era o representante dos tucanos da Câmara dos Deputados no colegiado, ao lado de Eduardo Paes. Os dois foram responsáveis na Casa por boa parte das duras críticas dos tucanos ao suposto esquema de superfaturamento de contratos da estatal e caixa dois de campanha. O primeiro a pular o muro rumo à base governista foi Paes, que se filiou ao PMDB e esqueceu as críticas do passado para eleger-se prefeito do Rio de Janeiro em 2008, com uma ajuda providencial de Lula. Por causa de um racha interno no PSDB paranaense, Fruet deve seguir rastro semelhante até meados de julho.
A sinuca do ex-deputado federal ficou configurada depois que ele perdeu a disputa pelo Senado para Roberto Requião (PMDB-PR). Sem mandato, ele almeja desde então concorrer à prefeitura. Mas o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), é homem de confiança de Richa e tentará a reeleição. Isolado no partido, Fruet busca opções de legenda dentro da base governista. Além do PDT, correm por fora o PV e o PMDB. "É uma situação difícil de ser revertida. Cumpri meu papel de oposição, mas não tenho mais segurança política por conta da movimentação do meu partido. Uma legenda não pode ser a soma de projetos individuais", critica Fruet.
Acordo
Pela estratégia elaborada com o PT, o ex-deputado seria o candidato governista à prefeitura de Curitiba, com um nome petista de vice. O mais forte é o deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR). Pelo acordo, Fruet apoiaria o PT dois anos depois, na eleição para o governo do Paraná - a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, é o principal nome do partido para 2014. "As conversas com Fruet estão avançadas e esperamos a decisão dele para julho. Assim, teremos tempo suficiente de montar uma estrutura forte de campanha. Mas isso não significa que iremos pressionar por uma decisão antecipada", explica o deputado federal André Vargas (PT-PR).
Sobre a mesa de Fruet, pesa em favor do PDT o fato de o partido ser o único em que ele não encontraria desafetos imediatos. No PMDB, legenda à qual o ex-deputado foi filiado, haveria necessidade de composição com Requião. Nas últimas semanas, o ex-governador teria dado até aval para um armistício - e o embarque de Fruet no partido. Mesmo assim, as conversas ainda não evoluíram.
No PSC, o ex-deputado federal teria como entrave o deputado federal Ratinho Júnior (PSC-PR). Já o PV vive fase de intensa turbulência interna e deve perder seu principal quadro, Marina Silva, na semana que vem. "O PSDB tem pouquíssimos candidatos competitivos nas capitais brasileiras e até agora não tem projeto unificado. Há três meses, pedi uma resposta. Nada me foi dito até agora, mas chegará a hora em que o silêncio será uma resposta", antecipa Fruet.Correio
Bêbado, ex-vice de José Serra perde carteira em blitz da Lei Seca
Presidente regional do PSD, Antonio Pedro Índio da Costa teve a carteira de motorista apreendida nesta madrugada pela operação Lei Seca, no Rio.Ex-DEM, ele foi candidato a vice-presidente de José Serra (PSDB) na última eleição.
A apreensão da carteira foi decidida após Índio da Costa se recusar a fazer o teste de alcoolemia com o bafômetro.Em sua página do Twitter, Índio da Costa afirma que não fez o teste porque havia bebido vinho.Índio terá de pagar multa de R$ 957,70 e responderá a processo administrativo no Detran-RJ. A CNH ficará retida por cinco dias.
A Hilux, que ele dirigia, foi parada pelos fiscais na Avenida General San Martin, esquina com Bartolomeu Mitre, no Leblon, zona sul do Rio( o mesmo lugar onde o senador tucano Aécio Neves foi flagrado dirigindo bêbado e tambem se recusou fazer o teste bafômetro..Índio da Costa só foi liberado após a apresentação de um motorista habilitado
Índio Bêbado acusava Lula de beber
Durante a eleição presidêncial,Indio acusou Lula de estar bêbado quando disse que DEM deveria ser 'extirpado'
O então candidato a vice-presidente na chapa do tucano José Serra, Indio da Costa (DEM), disse durante um debate realizado pela Record News que o Presidente Lula estava bêbado quando, em evento disse que era preciso "extirpar o DEM" da política brasileira.
"Lula depois de almoço, não sei se tinha ingerido bebida alcoólica, parece que sim, falou aquilo sobre o DEM, disse ele"
MPF denuncia Efraim Morais e Agaciel Maia por contratos sem licitação no Senado
O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) entrou com uma ação de improbidade contra o ex-senador Efraim Morais (DEM), o atual deputado distrital Agaciel Maia (PTC) e o advogado legislativo do Senado Federal José Gazineo por terem autorizado, entre 2005 e 2008, a realização de dez contratos para a prestação de serviços de publicidade sem licitação. Os contratos tinham como objetivo a divulgação institucional do Senado na internet e teriam causado um prejuízo de mais R$ 400 mil aos cofres públicos.
De acordo com a investigação, Efraim Morais, que na época era primeiro-secretário do Senado, Agaciel da Silva Maia, que é ex-diretor-geral do Senado, e José Alexandre Lima Gazineo, ex-diretor-geral adjunto da Casa, foram os responsáveis pela autorização dos contratos sem licitação prévia. O que, de acordo com o MPF-DF, é ilegal, pois a legislação exige a realização de licitação nos casos de contratação de serviços de publicidade e divulgação.
O MPF-DF diz que os argumentos apresentados pelo Senado não justificam a falta de licitação, uma vez que havia inúmeras empresas no mercado aptas a prestarem os serviços requeridos. Além disso, não teria havido parâmetros consistentes para a fixação dos valores pagos nos contratos e para a escolha das empresas, que, segundo o MPF-DF, teriam todas com sede na Paraíba, Estado de origem do ex-senador Efraim Moraes. O que, para os promotores, configura "fortes evidências" de favorecimento e de superfaturamento das contratações.
De acordo com os contratos, as empresas disponibilizariam banners virtuais em suas páginas, com link para o site do Senado, além de reproduções de matérias jornalísticas elaboradas pela Agência Senado e pelo Jornal do Senado.
No entanto, foi verificado que nos mesmos contratos foram estipulados valores divergentes quanto aos serviços a serem prestados, sem nenhum critério de padronização de preços, sem manifestação prévia da área jurídica nem pesquisa de mercado, tampouco a comprovação de que os sites seriam conhecidos e muito visitados.
A denúncia pede a condenação dos réus por improbidade administrativa e a devolução integral dos valores pagos nos contratos. Se forem condenados, os envolvidos poderão ter os direitos políticos suspensos por até oito anos; pagar multa de até cem vezes o valor do prejuízo; ficar proibidos de contratar ou receber benefícios do Poder Público pelo prazo de até cinco anos; e perder a função pública ou aposentadoria, quando for o caso.
Lula recebe prêmio nos EUA por combater fome e pobreza
O ex-Presidente Lula recebeu nesta segunda-feira o prêmio Food World 2011, em uma cerimônia no Departamento de Estado norte-americano, em Washington. Além dele, o ex-mandatário de Gana John Agyekum Kufuor também foi escolhido pelo esforço feito enquanto esteve à frente da nação para executar políticas públicas de combate à fome e à pobreza.
O prêmio foi criado em 1986 pelo vencedor do Nobel da Paz de 1970, Norman Borlaug. Desde então, premia pessoas que buscam melhorar a qualidade de vida no mundo a partir da distribuição de alimentos. Já o receberam cidadãos de Bangladesh, Brasil, China, Cuba, Dinamarca, Etiópia, Índia, México, Serra Leoa, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.
Segundo o prêmio, Lula determinou que mais de 10 ministérios se concentrassem nos programas de transferência de renda capitaneados pelo programa Fome Zero, o que permitiu que mais pessoas tivessem acesso à alimentação. O ex-presidente foi elogiado também pelo estímulo à agricultura familiar e aos projetos de educação para crianças. Pelos dados oficiais, o Brasil reduziu de 12% a faixa de pessoas vivendo em condições de extrema pobreza, em 2003, para 4,8%, em 2009.
À TV Azteca, Lula afirmou que a fome é o mal maior que tem que ser combatido, pois não há sentido que crianças continuem ser poder comer. Ele disse que passou fome quando criança e viu sua mãe diversas vezes na frente do fogão sem ter o que colocar na panela. "Criamos o Fome Zero e o Bolsa Família para acabar com este flagelo no Brasil, mas ainda temos que avançar muito para cumprir as metas do Milênio e, especialmente, para acabar com a insegurança alimentar", disse ele. "Essa tem que ser uma prioridade dos governantes de todos os países onde a fome ainda afeta milhões de pessoas, pois temos ainda um bilhão de pessoas que sofrem com a fome", afirmou, ainda.
Gana
O governo de Gana foi o primeiro da região subsaariana a reduzir pela metade a proporção de pessoas que passava fome no país. Segundo dados oficiais, a taxa de pobreza foi reduzida de 51,7%, em 1991, para 26,5%, em 2008. A porcentagem de pessoas que passava fome caiu de 34%, em 1990, para menos de 9%, em 2004.
"O ex-presidente Kufuor e o ex-presidente Lula da Silva definiram um poderoso exemplo para outros líderes políticos do mundo", disse o presidente do prêmio, embaixador Kenneth M. Quinn. "Graças ao seu empenho pessoal e à liderança visionária, Gana e o Brasil estão a caminho de ultrapassar o Objetivo do Milênio 1, que é reduzir à metade a fome extrema antes de 2015."
Lula divide prêmio com ex-presidente de Gana
O ex-Presidente Lula recebeu ontem o Prêmio Food World 2011, em Washington. Lula quer usar a premiação para cacifar a candidatura de seu ex-ministro José Graziano da Silva para a direção geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
O ex-presidente de Gana John Agyekum Kufuor também foi premiado ontem. Segundo os organizadores do evento, os dois ex-presidentes foram escolhidos pelo esforço feito durante seu governo para executar políticas públicas de combate à fome e à pobreza.
Brasil e Gana devem cumprir metas do Milênio da ONU, de reduzir a pobreza pela metade até 2015. O World Food Prize foi criado em 1986 por Norman E. Borlaug, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1970, para premiar pessoas que contribuem para o fim da fome no mundo.
Lula, de acordo com as informações do prêmio, determinou que mais de dez ministérios se concentrassem nos programas de transferência de renda, permitindo que mais pessoas tivessem acesso à alimentação. O ex-presidente foi elogiado pelo estímulo à agricultura familiar e aos projetos de educação. Segundo dados oficiais, o Brasil reduziu de 12% a faixa de pessoas vivendo em condições de extrema pobreza, em 2003, para 4,8%, em 2009.
Com a premiação, o ex-presidente pretende reforçar a candidatura de Graziano para a direção-geral da FAO, feita por Lula em 2010. A eleição acontecerá durante o congresso da entidade, que começa no sábado, dia 25, em Roma.
O ex-ministro Graziano é agrônomo, economista e coordenou a elaboração do programa Fome Zero, que foi desarticulado no começo do governo Lula. Desde 2006, Graziano é o representante regional da FAO para a América Latina e o Caribe. A função da direção geral do órgão é, sobretudo, diplomática. O objetivo central do órgão da ONU é promover a segurança alimentar no mundo.
Lula intensificou a pressão internacional pela eleição de Graziano. No domingo, o ex-presidente publicou no jornal inglês The Guardian um artigo apoiando-o. Segundo o ex-presidente, a candidatura reafirma o "compromisso do Brasil para com a agenda universal de combate à pobreza e à fome". Lula afirmou que o Brasil, em seu governo, se comprometeu a colocar o problema da fome como uma das prioridades da comunidade internacional.
"De modo consistente com isso, o Brasil tem trabalhado internacionalmente por uma ordem global mais igualitária e equilibrada. Nossa perspectiva está baseada na construção de parcerias igualitárias com países em desenvolvimento em todo o mundo", escreveu Lula. "As credenciais do Brasil no combate à fome e à pobreza estão bem estabelecidas", afirmou. Segundo Lula, o Fome Zero, coordenado por Graziano, " foi o ponto de partida para todas as outras políticas implementadas nos anos seguintes", escreveu o ex-presidente, referindo-se a programas de transferência de renda como o Bolsa Família.
Dilma desembarca em Caruaru para festa junina
A presidente Dilma Rousseff desembarca hoje em Caruaru, chamada pelos pernambucanos de capital internacional do forró. Dilma também tem presença confirmada no jantar junino na casa do deputado Wolney Queiroz (PDT-PE), filho do prefeito de Caruaru, José Queiroz.
A previsão é a de que a presidente visite o Alto do Moura, onde estão artesãos e o museu de Mestre Vitalino, e, depois do jantar, compareça aos camarotes do governo do estado e da prefeitura no pátio do forró Luiz Gonzaga.
Ex-prefeito de Recife, o deputado João Paulo Lima (PT) já foi este mês a Caruaru, mas retornará para prestigiar a visita de Dilma:
- A cidade, no ano passado, foi às ruas para ver Dilma, num dos momentos mais emocionantes da campanha. Vamos ver se a Dilma dança um pouco.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Aprendeu com a família Richa: Desembargador paga pensão com emprego para a ex-mulher
Era só o que faltava. Se já não bastasse o governador de Curitiba, Beto Richa(PSDB) pagar a famiia inteira com dinheiro dos cofres públicos, agora um desembargador, que deveria dar o exemplo, pega carona com a familia Richa.
Deu no jornal O Estado de Minas: O diretor da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamagis) Elpídio Donizetti Nunes arranjou um jeito inusitado de cumprir sua obrigaçãofinanceira com a ex-esposa.
O diretor da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anarnagis) Elpídio Donizetti Nunes arranjou um jeito inusitado de cumprir sua obrigação financeira com a ex-esposa. Em vez de tirar do próprio bolso, avançou no do contribuinte: nomeou a ex-companheira para um cargo de assessora no Tribunal de Justiça de Minas, com salário de R$9,2 mil. O acordo consta no termo de separação judicial do casal.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instaurou procedimento disciplinar para apurar o caso e determinou a exoneração da servidora da função comissionada. Sobre o acordo, o desembargador disse tratar-se de um instrumento compensatório em que a ex-mulher abriu mão da pensão, mas que ele arcaria com os valores caso ela perdesse o cargo. (Estado de Minas)
Escorraçado do cenário político pelos eleitores, Arthur Virgílio pede cargo em embaixada
Afastado do Itamaraty desde 1982, o ex-senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) assumirá nos próximos dias o posto de conselheiro especial na Embaixada do Brasil em Portugal. Arthur Virgílio, rejeitado nas urnas, era o protegido da mídia. Ficou o mandato inteiro criticando o governo Lula e teve, como tantos outros, o destino merecido. Foi escorraçado do cenário político.E agora com a maior cara de pau do mundo, pede emprego no governo que criticou a vida toda..Ele pediu cargo
O tucano conta que, além de Portugal, ofereceram a ele outros dois países e um cargo no escritório de representação do Itamaraty na região norte do Brasil.
"A intenção pode ter sido a melhor possível, mas eu expliquei que não podia aceitar uma coisa que achei pequena", disse.
Segundo o Itamaraty, o tucano pediu para participar de missão transitória no exterior.
"O que eu vou fazer lá? Vou combinar com o embaixador. Eu gostaria muito de cuidar dos países africanos de língua portuguesa", afirmou Virgílio.Como conselheiro especial, ele terá um salário mensal bruto de R$ 16.500.
Algoz do Itamaraty pede cargo
O ex-senador tucano foi um dos principais opositores ao governo Lula no Congresso,foi também um algoz do Itamaraty quando participou da Comissão de Relações Exteriores do Senado, muitas vezes crítico as decisões da gestão do ex-chanceler Celso Amorim.
Virgílio entrou no Itamaraty em 1976 pelo concurso do Instituto Rio Branco, de formação de diplomatas. No ano seguinte pediu licença de 10 meses para cuidar de "interesses particulares", segundo os registros do Ministério. Pelo mesmo registro interno, em 1982 ele saiu de licença e desde então estava afastado. Quando deixou a carreira de diplomata para seguir a vida política, Virgílio era segundo secretário, segundo posto mais baixo na hierarquia do Itamaraty.
Dilma manda PF desvendar assassinato de casal, sucessores de Chico Mendes
José Claudio Ribeiro da Silva (membro do CNS - Conselho Nacional das Populações Extrativistas - e considerado sucessor de Chico Mendes) e sua mulher Maria do Espírito Santo da Silva foram assassinados na noite de segunda-feira na cidade de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará (390 quilômetros de Belém).
A suspeita recai sobre madeireiros da região, que o ameaçavam desde 2008. Pelo jeito, com a volta de um governador tucano se encorajaram. Segundo informações do CNS, desconhecidos costumavam rondar a residência do casal disparando vários tiros para tentar intimidá-los.
José Cláudio da Silva era um dos principais defensores da preservação das floresta amazônica após a morte de Chico Mendes e constantemente fazia denúncias sobre o avanço ilegal na área de de preservação onde trabalhava por madeireiros para extração de espécies como castanheira, angelim e jatobá.
Pelas primeiras informações, o casal saiu do Projeto de Assentamento Agroextrativista Praia Alta Piranheira, localizado a cerca de 50 quilômetros da sede do município de Nova Ipixuna, quando foi cercado em uma ponte por pistoleiros. Ali, eles foram executados a tiros.
Tom da polícia do governador Tucano não cheira bem
A Polícia Civil do Pará está investigando o caso, mas começou mal. Não confirmam ainda a hipótese de execução, supostamente comandada por madeireiros da região.
O Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), ONG fundada por Chico Mendes da qual o casal participava, pediu investigação da Polícia Federal e apoio do Ministério Público Federal (MPF) e Assembléia Legislativa do Pará.
A presidenta Dilma Rousseff determinou que a PF ajude a desvendar o caso. (Com informações do Ig)
A suspeita recai sobre madeireiros da região, que o ameaçavam desde 2008. Pelo jeito, com a volta de um governador tucano se encorajaram. Segundo informações do CNS, desconhecidos costumavam rondar a residência do casal disparando vários tiros para tentar intimidá-los.
José Cláudio da Silva era um dos principais defensores da preservação das floresta amazônica após a morte de Chico Mendes e constantemente fazia denúncias sobre o avanço ilegal na área de de preservação onde trabalhava por madeireiros para extração de espécies como castanheira, angelim e jatobá.
Pelas primeiras informações, o casal saiu do Projeto de Assentamento Agroextrativista Praia Alta Piranheira, localizado a cerca de 50 quilômetros da sede do município de Nova Ipixuna, quando foi cercado em uma ponte por pistoleiros. Ali, eles foram executados a tiros.
Tom da polícia do governador Tucano não cheira bem
A Polícia Civil do Pará está investigando o caso, mas começou mal. Não confirmam ainda a hipótese de execução, supostamente comandada por madeireiros da região.
O Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), ONG fundada por Chico Mendes da qual o casal participava, pediu investigação da Polícia Federal e apoio do Ministério Público Federal (MPF) e Assembléia Legislativa do Pará.
A presidenta Dilma Rousseff determinou que a PF ajude a desvendar o caso. (Com informações do Ig)
Seis concursos para Forças Armadas desmontam terrorismo da imprensa sobre consolidação fiscal
No início do ano, quando os ministros da Fazenda e do Planejamento, anunciaram a consolidação fiscal, e redução dos concursos ao estritamente necessário, a imprensa fez terrorismo, como se novos concursos fossem proibidos, e como se fosse acontecer um recessão nos empregos.
O noticiário já mentiu na época, ao esconder do leitor / telespectador que os concursos nas estatais estavam mantidos.
Agora vem mais um desmentido ao noticiário terrorista:
Estão abertas as inscrições de seis concursos públicos para quem quer ingressar nas Forças Armadas. Ao todo, são 2.541 vagas, sendo que 1.877 no Exército, 329 na Marinha e 335 na Aeronáutica. São oportunidades a jovens e adultos, homens e mulheres, com idades a partir dos 14 anos.
Detalhes no blog do Planalto.
O noticiário já mentiu na época, ao esconder do leitor / telespectador que os concursos nas estatais estavam mantidos.
Agora vem mais um desmentido ao noticiário terrorista:
Estão abertas as inscrições de seis concursos públicos para quem quer ingressar nas Forças Armadas. Ao todo, são 2.541 vagas, sendo que 1.877 no Exército, 329 na Marinha e 335 na Aeronáutica. São oportunidades a jovens e adultos, homens e mulheres, com idades a partir dos 14 anos.
Detalhes no blog do Planalto.
Lula, em Brasília, almoça com a bancada do PT no Senado
O senador Humberto Costa (PE), líder do PT do Senado, promoveu uma almoço nesta terça-feira, da bancada com o presidente Lula. O almoço foi na casa da senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR).
"Será uma conversa informal onde colocaremos para o presidente o novo formato da liderança, sempre buscando o entendimento e a cooperação", disse Costa, citando um exemplo recente de conquista do consenso: "Mesmo na questão do salário mínimo, que é sempre uma questão delicada, nós conseguimos a unanimidade dos votos".
A reforma política também está na pauta: "O partido defende bandeiras históricas como o financiamento público de campanha e sabe que a reforma é fundamental para o aperfeiçoamento da democracia no País, por isso o partido, em especial o presidente Lula, vem se empenhando para que as mudanças ganhem força no Congresso", afirmou.
"Será uma conversa informal onde colocaremos para o presidente o novo formato da liderança, sempre buscando o entendimento e a cooperação", disse Costa, citando um exemplo recente de conquista do consenso: "Mesmo na questão do salário mínimo, que é sempre uma questão delicada, nós conseguimos a unanimidade dos votos".
A reforma política também está na pauta: "O partido defende bandeiras históricas como o financiamento público de campanha e sabe que a reforma é fundamental para o aperfeiçoamento da democracia no País, por isso o partido, em especial o presidente Lula, vem se empenhando para que as mudanças ganhem força no Congresso", afirmou.
Má notícia para Aécio Neves: Para PGR, fuga do bafômetro não impede punição de motorista alcoolizado
Os motoristas alcoolizados devem ser punidos pela Justiça mesmo que se recusem a fazer o teste do bafômetro ou exame de sangue, segundo a Procuradoria-Geral da República (PRG).
O órgão defende que a prova de embriaguez seja feita por meio de perícia, mas se isso não for possível o exame clínico do Instituto Médico-Legal (IML) e a prova testemunhal são suficientes.
A posição da PRG consta de parecer encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que está analisando o caso de um motorista de Brasília flagrado bêbado ao volante. O julgamento do processo deve determinar como a Justiça examinará controvérsias semelhantes sobre o uso do bafômetro em todo o país.
O motorista brasiliense se envolveu em um acidente de carro em abril de 2008. No local não havia o aparelho do bafômetro e, por isso, ele foi encaminhado ao IML para fazer exame clínico – avaliação de sinais de euforia, alteração da coordenação motora, percepção de fala arrastada e alteração da memória. O exame atestou o estado de embriaguez.
Inconformado, o motorista entrou com uma ação na Justiça pedindo o trancamento da ação penal. Sua defesa alegou que a Lei Seca, editada meses depois, determinava que ele só poderia ser considerado alcoolizado se tivesse seis decigramas de álcool por litro de sangue e que isso não ficou provado. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e a ação foi trancada. Diante disso, o Ministério Público recorreu ao STJ.
O caso é exemplo da controvérsia que se instalou no país desde a edição da Lei Seca. Isso porque o motorista não é obrigado a produzir provas contra si por meio de exame do bafômetro ou de sangue, mas o Estado não pode deixar de punir os infratores. A PGR defende a segunda tese, alegando que o bafômetro e o exame de sangue não devem ser as únicas provas levadas em consideração para atestar a embriaguez.
De acordo com o subprocurador-geral da República Carlos Vasconcelos, a interpretação feita por alguns juristas de que só há crime se ficar comprovado que há seis decigramas de álcool por litro de sangue “é literalmente um escárnio em relação ao dever do Estado de proteger os cidadãos e disciplinar o trânsito”. Ele acredita que os motoristas embriagados usam essa tese para se recusar a fazer o teste do bafômetro e obter êxito no trancamento de ações penais. (Da Agência Brasil e do MPF)
O órgão defende que a prova de embriaguez seja feita por meio de perícia, mas se isso não for possível o exame clínico do Instituto Médico-Legal (IML) e a prova testemunhal são suficientes.
A posição da PRG consta de parecer encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que está analisando o caso de um motorista de Brasília flagrado bêbado ao volante. O julgamento do processo deve determinar como a Justiça examinará controvérsias semelhantes sobre o uso do bafômetro em todo o país.
O motorista brasiliense se envolveu em um acidente de carro em abril de 2008. No local não havia o aparelho do bafômetro e, por isso, ele foi encaminhado ao IML para fazer exame clínico – avaliação de sinais de euforia, alteração da coordenação motora, percepção de fala arrastada e alteração da memória. O exame atestou o estado de embriaguez.
Inconformado, o motorista entrou com uma ação na Justiça pedindo o trancamento da ação penal. Sua defesa alegou que a Lei Seca, editada meses depois, determinava que ele só poderia ser considerado alcoolizado se tivesse seis decigramas de álcool por litro de sangue e que isso não ficou provado. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e a ação foi trancada. Diante disso, o Ministério Público recorreu ao STJ.
O caso é exemplo da controvérsia que se instalou no país desde a edição da Lei Seca. Isso porque o motorista não é obrigado a produzir provas contra si por meio de exame do bafômetro ou de sangue, mas o Estado não pode deixar de punir os infratores. A PGR defende a segunda tese, alegando que o bafômetro e o exame de sangue não devem ser as únicas provas levadas em consideração para atestar a embriaguez.
De acordo com o subprocurador-geral da República Carlos Vasconcelos, a interpretação feita por alguns juristas de que só há crime se ficar comprovado que há seis decigramas de álcool por litro de sangue “é literalmente um escárnio em relação ao dever do Estado de proteger os cidadãos e disciplinar o trânsito”. Ele acredita que os motoristas embriagados usam essa tese para se recusar a fazer o teste do bafômetro e obter êxito no trancamento de ações penais. (Da Agência Brasil e do MPF)
Dossiê Palocci: Secretário da Fazenda de Serra-2012 tem acesso a bisbilhotar sigilo fiscal vazado
O presidente Lula vê o dedo da turma de José Serra-2012, por trás do dossiê Palocci. Há razões claras para isso.
Enquanto o ministro se defende e explica sua variação patrimonial, vazamentos de informações que não são públicas, como datas, valores e clientes, são seletivamente vazadas para imprensa.
Quem tem acesso à estas informações, além da própria empresa de Palocci (que não pode divulgar por cláusula de confidencialidade e risco de indenização milionária aos clientes), é a Secretaria de Finanças da Cidade de São Paulo, onde as notas fiscais eletrônicas são emitidas e registradas.
E quem é o secretário de finanças da prefeitura paulistana?
Mauro Ricardo Machado Costa, o ex-secretário estadual de Fazenda de José Serra-2012, quando o tucano era governador. Com a eleição da Alckmin, Mauro Ricardo saiu da administração estadual e foi para a prefeitura de Kassab, onde Serra ainda tem influência.
Ninguém pode afirmar que Mauro Ricardo seja o autor da quebra do sigilo fiscal sem provas. Mas que há serristas na secretaria com acesso a bisbilhotar o sigilo fiscal da empresa de Palocci, isso há.
E a fama que Serra tem, de ser obcecado por dossiês contra adversários políticos, é conhecida entre os próprios tucanos.
Leia também:
- José Serra 2012 faz 1 a 0 com dossiê Palocci. Com ajuda de blogs “sujos”.
- Lula vê dedo do Serra na historia do Palocci
Enquanto o ministro se defende e explica sua variação patrimonial, vazamentos de informações que não são públicas, como datas, valores e clientes, são seletivamente vazadas para imprensa.
Quem tem acesso à estas informações, além da própria empresa de Palocci (que não pode divulgar por cláusula de confidencialidade e risco de indenização milionária aos clientes), é a Secretaria de Finanças da Cidade de São Paulo, onde as notas fiscais eletrônicas são emitidas e registradas.
E quem é o secretário de finanças da prefeitura paulistana?
Mauro Ricardo Machado Costa, o ex-secretário estadual de Fazenda de José Serra-2012, quando o tucano era governador. Com a eleição da Alckmin, Mauro Ricardo saiu da administração estadual e foi para a prefeitura de Kassab, onde Serra ainda tem influência.
Ninguém pode afirmar que Mauro Ricardo seja o autor da quebra do sigilo fiscal sem provas. Mas que há serristas na secretaria com acesso a bisbilhotar o sigilo fiscal da empresa de Palocci, isso há.
E a fama que Serra tem, de ser obcecado por dossiês contra adversários políticos, é conhecida entre os próprios tucanos.
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D'Urso, o homem do cansei quer ser prefeito de São Paulo
O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D'Urso, deve se filiar nos próximos dias ao PTB. Dirigentes avaliam que o criminalista pode ser candidato à prefeitura da capital em 2012, já que Gabriel Chalita, também cortejado pelos petebistas, decidiu ingressar no PMDB.Na coluna de Mõnica Bergamo
Nós já sabíamos!
Em 2006, o presidente da OAB, Flávio D´Urso criou o movimento "Cansei" para tentar derrubar o Presidente Lula.E nós do blog "Os amigos do Presidente Lula" denunciamos a armação: Aparecer na mídia para viabilizar sua candidatura. O Cansei, acabou junto com a candidatura, D´Urso se viu forçado a mudar os planos. Mas, não é que ele voltou?!
D’Urso diz ter sido convidado para ser vice de Serra nas eleições 2006
Questionado na época se ele tinha aspirações políticas, D'Urso negou , mas disse que ter sido convidado pelo ex-prefeito José Serra (PSDB) para concorrer ao cargo de vice-governador nas eleições —o tucano que foi eleito governador de São Paulo. Politicos do PTB e DEM, declaram na época uma possibilidade de D´Urso sair junto com o PSDB indicado na condição de vice-governador”, afirmou."Filnalmente o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D'Urso, deve se filiar nos próximos dias ao PTB
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Aparelhado pelo PSDB:Alckmin dá vaga em conselhos a tucanos Integrantes
Integrantes do PSDB, o ex-governador Alberto Goldman e o ex-secretário de Meio Ambiente Xico Graziano ganharam da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) novas vagas nos conselhos de administração de estatais paulistas. O jetom pago nos conselhos, que varia de R$ 3,5 mil a R$ 4,5 mil ao mês, serve de complemento salarial para secretários e assessores.
No final de abril, Goldman foi indicado para o conselho de administração da Sabesp. O ex-governador, que foi antecessor de Alckmin no Palácio dos Bandeirantes, fazia parte do conselho de administração do Metrô desde o começo do ano. Além de Goldman, foram indicados para o conselho da companhia até abril de 2012 dois secretários: Sidney Beraldo (Casa Civil) e Andrea Calabi (Fazenda).
Graziano, que foi coordenador do programa de governo de José Serra, candidato derrotado à Presidência pelo PSDB em 2010, foi indicado também em abril para o conselho da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia).
O tucano já compunha o conselho da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). O ex-ministro da Justiça José Gregori, que foi responsável pelo comitê financeiro da campanha tucana no ano passado, foi indicado para o conselho da Emae por mais um mandato de dois anos.
Abrigo a aliados
Em março, o JT mostrou que o governo paulista usou cargos a que tem direito nos conselhos de administração de empresas estatais para abrigar filiados do PSDB. À época, o governo paulista defendeu as indicações, destacando o currículo e a experiência dos novos conselheiros.JT
Lula: esquerda governa com mais competência
O ex-presidente Lula disse durante o XVII Fórum de São Paulo, que a esquerda provou que é capaz de governar com "mais competência" do que a direita na América Latina.
Lula citou como exemplo as políticas econômicas que promoveu durante seu mandato para erradicar a pobreza e melhorar o nível de vida da classe média. Lula disse que é necessário promover "uma discussão mais profunda" sobre o desenvolvimento das forças de esquerda para "fortalecer os partidos políticos, construir alianças e vencer eleições".
Lula assinalou que a esquerda deu grandes passos desde a constituição do Fórum de São Paulo, em 1990, o que lhe permitiu chegar, pela via democrática, ao governo de muitos países do continente.
Há 20 anos era difícil imaginar que algum dia "um índio" como Evo Morales conquistaria o poder na Bolívia, ou que a esquerda governaria potências econômicas como Argentina e Brasil.
Segundo Lula, o Partido Comunista de Cuba foi crucial para forjar esta unidade e a Frente Sandinista da Nicarágua, do presidente Daniel Ortega, "é a força democrática mais viva, que mais evoluiu" no hemisfério.
Lula presidiu o primeiro dia de debates do Fórum de São Paulo, junto ao presidente Ortega, ao ex-presidente de Honduras Manuel Zelaya e a outros dirigentes da esquerda.
Em manchete, Folha diz que empresa financiou campanha da Dilma. Escondido na parte interna do jornal, a Folha avisa:doou para José Serra também A Folha
A Folha encerrou a lua de mel com a presidente Dilma.
Ainda sobre o assunto Palocci, eu gostaria de chamar atenção dos meus queridos leitores para a canalhice da Folha de São Paulo. O jornal fez chamada de capa no site online, estampou manchete no jornal impresso, tudo em tom sensacionalista ."O grupo WTorre, que fechou negócios com fundos de pensão de estatais e com a Petrobras, foi um dos clientes da empresa de consultoria do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.A empreiteira também fez doações de campanha a Palocci (R$ 119 mil), em 2006, e a Dilma Rousseff no ano passado"....Aqui o jornal esqueceu do José Serra...
O leitor desavisado imagina tratar-se de um baita escândalo...Quando,de repente,lê no rodapé da página do jornal, bem escondidinho:"Em 2010, além da doação à campanha de Dilma Rousseff, da qual Palocci era coordenador, também houve doação para o tucano José Serra (R$ 300 mil), adversário na disputa. Leram? Agora leitor, preste atenção de quanto foi a doação para o minitro Palocci: (R$ 119 mil). Atente de quanto foi a doação para José Serra (PSDB),R$ 300 mil!
Na segunda manchete sensacionalista, bem aprópriada para jornalismo marrom, a Folha mancheteou"Empresa de Palocci faturou R$ 20 mi no ano da eleição"
Mas na parte interna e só para quem assina, o jornal, avisa:"A legislação brasileira permite que parlamentares mantenham atividades privadas como a consultoria de Palocci mesmo durante o exercício do mandato"
O que quer a Folha afinal?Mais uma vez a Folha, aliada a Globo, sai com denuncismo vázio contra autoridade do governo e principalmente se for alguém que não é bem vindo pelo meio jornalístico. É um jogo baixo e sem sentido, só serve para gerar instabilidade no País.
domingo, 15 de maio de 2011
Pernambucano, que nunca morou em São Paulo Jungmann avisa que fica com a boquinha no CET-SP
Ao contrário de Marco Maciel, queteve vergonha na cara e rejeitou não ser comprado por Kassab, o ex-deputado não vê constrangimento em ter cargo na capital sem ao menos conhecer a cidade ou morar em São Paulo
Conterrâneo do presidente do Conselho Político do DEM, Marco Maciel, o ex-deputado pernambucano Raul Jungmann (PPS) pretende continuar no conselho de administração da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET). Assim como Maciel, ele foi indicado pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) e recebe salário de R$ 6 mil para participar de uma reunião por mês. Jungmann está na função desde março.
Apesar de residir em Recife e estar frequentemente em Brasília, Jungmann não vê problemas em continuar no conselho da empresa, responsável pelo trânsito paulistano. "Quando eu era presidente do conselho de administração do BNDES, não morei no Rio, e quando era vice-presidente do Banco do Brasil, não morava em Brasília", argumentou.
O ex-deputado disse que a função na CET não tem a ver com o dia a dia do trânsito em São Paulo. "No conselho, você vê contabilidade, metas, programas e andamento do que foi planejado", explicou. "Não toca diretamente na administração, não se envolve neste cotidiano."
Para Jungmann, a situação política que levou Maciel a recusar os cargos em conselhos foi uma "tempestade em copo d"água". "Imaginar que o Marco Maciel, por causa de R$ 4,7 mil líquidos, ia aderir ao projeto do Kassab é um pouco demais."
Jungmann disse não haver qualquer constrangimento no PPS com sua participação na gestão Kassab e lembrou que foi indicado para ocupar o lugar de Roberto Freire, presidente de seu partido. Freire trocou Pernambuco por São Paulo e se elegeu deputado federal pela bancada paulista no ano passado.
O ex-deputado afirmou que não cogita mudar de partido e apoia a ação do PPS de buscar no Supremo Tribunal Federal os mandatos de quatro deputados federais que migraram para a nova legenda de Kassab. Afirmou ainda que continua na oposição ao governo federal.
Renda extra
R$ 6 mil é o salário mensal bruto de um conselheiro da CET-SP, cargo ocupado por Jungmann
Deu Marta na pesquisa do PPS
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) não esconde a pretensão de se candidatar à Prefeitura de São Paulo novamente. Argumenta que é o nome do PT em melhores condições de vencer as eleições na capital paulista. Recente pesquisa encomendada pelo PPS, na qual aparece com 45,9 % das intenções de voto, parece confirmar sua avaliação.
O ex-presidente Lula, porém, defende a tese de que o PT precisa apresentar um nome novo na eleição. Esse nome seria o do ministro da Educação, Fernando Haddad, que não tem lastro na militância partidária.
A favor de Lula, pesa o fato de que todos os candidatos adversários, com exceção de Soninha Francine (PPS),(a amiguissíma do José Serra) que chega a 8,2% na mesma pesquisa, estão nivelados com percentuais baixos. Dono de pelo menos 25% do eleitorado, o PT poderia disputar a eleição com qualquer nome e chegar ao segundo turno. Por isso, proliferam candidatos na legenda. Entretanto, o segundo nome da fila seria o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que ostenta, na mesma pesquisa, 37% das intenções de votos.
O que fazer com Serra?
O que fazer com Serra?
O que está acontecendo hoje confirma o que Serra calculava (e temia). Perdeu a eleição, ficou sem mandato, viu seu desafeto Geraldo Alckmin vencer e está a caminho acelerado da aposentadoria
Triste sina a de José Serra. Nem bem terminou uma eleição em que foi protagonista, ninguém (nem ele) sabe o que será de sua vida.
Pelo que vemos na imprensa, anda à procura de plateias e interlocutores. Topa se encontrar com quem quer que seja, para tratar de qualquer coisa. Se houver alguém que queira conversar, está à disposição.
O problema (para ele) é que não parecem ser muitos os interessados. Salvo um ou outro amigo, um ou outro jornalista fiel, anda sumido e tem que se esforçar para ser lembrado. Fala-se dele, mas não com ele.
Há um ano, era um ator fundamental do jogo político nacional. Depois de um longo percurso, tornara-se o candidato de seu partido à sucessão de Lula. Havia quem o visse como futuro presidente da República, alguns por pura torcida, outros por não entenderem o que as pesquisas diziam.
Ele mesmo, pessoa racional que sempre foi, sabia que suas chances eram pequenas. Tinha consciência de que Dilma era franca favorita e que só se ela errasse teria possibilidades apreciáveis de vencer. Não chegava ao ponto de achar que a derrota era inevitável. Mas não se iludia a respeito das dificuldades.
Via sua candidatura como uma espécie de destino do qual não conseguiria escapar nem se tentasse. Na verdade, sempre a buscara e não seria na hora em que a tinha em mãos que a recusaria. Ele tinha que ser, pelas pressões de seus companheiros e correligionários, e queria ser candidato.
Apesar disso, assumir a candidatura, consciente de que o mais provável era perder, não foi fácil. Deu sinais tão nítidos de hesitação que a grande imprensa paulista, aliada de primeira hora, chegou a publicar editoriais em que avisava que romperia com ele se não fosse em frente. Teve que ir.
O que o assombrava era a perspectiva de algo que está acontecendo hoje. Se não vencesse, o risco era que sua carreira política terminasse dali a alguns meses. No cenário que ele admitia ser mais provável, em que Dilma seria presidente e ele não teria mandato, estaria aposentado e seria para breve. Com idade para trabalhar por ainda muito tempo e no auge de sua capacidade como homem público, teria que pendurar as chuteiras.
A tentação era grande de ceder aos apelos da família, ficar em São Paulo, disputar (como favorito) a reeleição e permanecer na ativa.
Dilema semelhante a esse nunca houve no PT. Lula perdeu três eleições e continuou candidato, sem questionamento relevante (é verdade que Eduardo Suplicy tentou, mas, como ninguém o leva a sério, acabou não dando em nada). E Lula não ficou sem ter o que fazer depois das derrotas. O partido logo criou uma agenda para mantê-lo politicamente vivo, como seu candidato natural para a eleição seguinte.
No PSDB, isso não existe. Quem perde cede a vez, a menos que ninguém queira. E Serra sabia que havia quem a quisesse: Aécio, que se movimentara para ser candidato naquela (mesmo consciente de que suas chances eram escassas), já estava em campo.
O que está acontecendo hoje confirma o que Serra calculava (e temia). Perdeu a eleição, ficou sem mandato, viu seu desafeto Geraldo Alckmin vencer e está a caminho acelerado da aposentadoria.
Seria diferente se tivesse feito uma boa campanha, sem apelações e em nível elevado? Se não tivesse cometido tantos erros? Se tivesse se poupado de vexames como as bolinhas de papel, as procissões, as baixas acusações?
É impossível dizer com segurança, mas o certo é que teria preservado maior credibilidade. Se não tivesse, por exemplo, prometido ficções como um valor irreal para o salário mínimo, o 13º do Bolsa Família, aumentar em 30% o número de professores na rede pública, entre outras maluquices, suas opiniões sobre a política econômica do governo Dilma seriam mais ouvidas.
O fato é que não tem como evitar ser o que se tornou. Como dizem seus companheiros de partido, um problema para a renovação das oposições. - De Marcos Coimbra
Alckmin começa a sair da toca dos paulistas E
Enquanto José Serra estuda se concorrerá à prefeitura de São Paulo no ano que vem como forma de se recolocar no jogo político, o governador do estado, Geraldo Alckmin, começa a sair da toca rumo a 2014. Nas duas últimas semanas, ele fez vários gestos na tentativa de ampliar espaços e contatos fora do universo paulista. Chamou para uma conversa, por exemplo, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, do PSB.
O papo com Casagrande tinha um objetivo imediato: evitar a aproximação do partido de Eduardo Campos com o PSD do prefeito paulistano, Gilberto Kassab. Assim, Alckmin mediria a temperatura a respeito de uma aliança entre Kassab e Campos no futuro, inclusive a propalada e, depois negada, fusão entre os partidos. A visita de Casagrande a Geraldo Alckmin, entretanto, ocorreu uma semana antes de Campos, sem citar nomes, criticar os tucanos, preservando apenas Fernando Henrique Cardoso.
Alckmin leu as declarações com atenção, segundo aliados. O governador tem uma ala do PSB encrustrada no seu governo. O partido ocupa a Secretaria de Turismo, com o deputado Márcio França, que assumiu o cargo sem objeção de Eduardo Campos. E Alckmin não deseja perder o PSB para Gilberto Kassab. Nem agora nem em 2014, quando tem a chance de concorrer ao governo paulista ou à Presidência da República — sonho que acalenta ao ponto de começar a alargar horizontes.
Além de audiências, Alckmin tem feito questão de alardear as realizações de seu governo nos quatro cantos do país. Prova disso foi o anúncio do aumento dos professores, que chegará a 42% até o fim de 2014 e atingirá 374 mil docentes. A partir desta semana, já está montado um quadro para que os deputados federais paulistas aliados a ele comentem o tema no plenário da Câmara. Isso pode parecer nada. Mas, diz um aliado do governador, é uma citação garantida na Voz do Brasil, na hora em que o brasileiro das grandes cidades enfrenta o engarrafamento na volta para casa. A próxima categoria que ele pretende focar é a dos policiais.
Novidades
Alckmin tem dito a amigos que, se quiser passar à frente de José Serra dentro do PSDB paulista, terá que fazer um governo com novidades e não apenas de continuidade. Afinal, em conversas mais reservadas, há o temor de que o ciclo tucano em São Paulo esteja se exaurindo e o eleitor termine disposto a passar o bastão a outro partido. Alckmin não quer terminar sendo responsabilizado pela interrupção do ciclo. Daí o fato de mirar também a Presidência da República.
A sombra aos seus projetos, entretanto, está por toda a parte. Até mesmo dentro do Palácio dos Bandeirantes. No PSDB, há quem diga que Alckmin está fadado a ser candidato à reeleição porque seu vice-governador, Guilherme Afif Domingos, é um dos fundadores do PSD de Gilberto Kassab e os tucanos não aceitam entregar o governo de bandeja ao partido de Kassab.
Além disso, há José Serra. O ex-governador abre a possibilidade, mas ainda não decidiu se será candidato a prefeito de São Paulo. Serra sabe que, se for candidato a prefeito e vencer, não poderá deixar o cargo dois anos depois para tentar a Presidência da República. Nessa hipótese, pode atrapalhar parte dos planos de Alckmin. Primeiro, porque Kassab já avisou que não se lançaria contra Serra.
Kassab pretende, na verdade, cobrar neutralidade do grupo de Serra em 2014, quando o PSD terá candidato a governador. Serra, por sua vez, vai demorar a tomar uma decisão para deixar Alckmin à espera. Não é à toa que o atual governador começa a cuidar de 2014.Correio
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Controlar Kassab
Gilberto Kassab passou três horas da tarde da última sexta-feira na sede do Ministério Público Estadual de São Paulo. O prefeito foi depor no inquérito que apura irregularidades no contrato entre o município e a empresa Controlar, responsável pela inspeção veicular na cidade.
O detalhe, curioso, é que Kassab se esforçou para ficar incógnito. Um fotógrafo do jornal "O Estado de S. Paulo" flagrou (foto) o instante em que o prefeito, ao deixar o prédio, de carro, se abaixou no banco de trás para não ser colhido pelas câmeras. Ficou pior: vemos apenas meio rosto de Kassab, inclinado atrás do motorista.Fosse um astro pop, poderíamos atribuir a cena à inconveniência dos paparazzi. Sendo ele um administrador público eleito pelo voto popular, é uma imagem que não sugere coisas boas.
Ao chegar no local, Kassab se escondeu atrás de uma parede, depois de desembarcar pelo lado do carro em que estava sentado o seu secretário de Negócios Jurídicos, Claudio Lembo.
Lá dentro, o prefeito tentou fazer um acordo, segundo o qual o Executivo se comprometeria a fazer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), corrigindo pontos problemáticos do contrato. O Ministério Público recusou a proposta.Este é um caso que remonta à gestão Paulo Maluf. A Controlar venceu a licitação em 1996. O contrato tinha duração de dez anos e chegou a ser anulado pela Justiça na gestão de Celso Pitta (da qual Kassab foi secretário).
Kassab revalidou o contrato em 2007, contrariando parecer técnico da prefeitura, que recomendava nova licitação. A Controlar começou a fazer o serviço em 2008, 12 anos depois de vencer sob Maluf.Cada inspeção obrigatória custa, este ano, R$ 61,98. É um negócio da China. O prefeito precisa parar de se esconder no banco do carro e dar explicações à sociedade. Há no ar muita fumaça preta sendo produzida em nome da causa ambiental. Fernando Barros - Folha
Kassab dá boquinha para Marco Maciel (DEM) em órgãos municipais paulista. O demo nunca morou em SP
Depois do deputado Roberto Freire ganhar uma boquinha na Sabesp, sem nunca ter morado e muito menos conhecer São Paulo..Agora é a vez da boquinha dos derrotados na eleição de 2010, Raul Jungmann do PPS de Pernambuco,e de Marco Maciel. Sem cargo, e sem nunca morar ou conhecer a cidade, eles recebem jetons, para não trabalhar na capital paulista
O ex-vice-presidente e ex-senador Marco Maciel (DEM-PE) foi nomeado pelo prefeito Gilberto Kassab para os conselhos administrativos de duas empresas municipais: a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e da SPTuris (São Paulo Turismo).Ele passou a receber salário de R$ 12 mil mensais para participar de uma reunião mensal em cada órgão. Maciel é presidente do Conselho Político do DEM, partido ao qual Kassab era filiado antes de abrir uma grande dissidência e articular a criação do PSD (Partido Social Democrático).
Os convites demonstram que, apesar de ter ficado no partido, ele mantém ligação política com o prefeito.
A nomeação na SPTuris foi publicada no último dia 27 no Diário Oficial. Maciel foi instalado na vaga de um conselheiro cujo mandato terminaria dois dias depois.No entanto, o estatuto da empresa prevê a reeleição para novo período de dois anos, o que garante os rendimentos ao ex-senador até depois das eleições de 2012.Maciel vive entre Brasília e Recife, cidade em que nasceu e mantém base eleitoral.A prática de instalar aliados derrotados nas urnas em conselhos de empresas públicas é recorrente.
O ex-deputado Raul Jungmann (PPS-PE), assim como Maciel, derrotado na eleição para o Senado por Pernambuco, também integra o conselho da CET, com salário de R$ 6.000 mensais. A proximidade de Maciel e Kassab incomoda parte do DEM, que vê o ex-senador com um "infiltrado" do prefeito e do ex-senador Jorge Bornhausen na sigla que ambos ajudaram a enfraquecer.
O partido já perdeu dois senadores, um governador e ao menos 13 deputados federais para a nova legenda.Kassab disse que a escolha do antigo correligionário para ter assento em duas empresas públicas municipais se deve à "experiência" acumulada por Maciel em décadas de vida pública.
"Ele deixou de ter cargo eletivo, mas é uma pessoa com vasta experiência, que pode contribuir muito para as empresas", disse.O prefeito afirmou que relacionar a nomeação de Maciel para os cargos a uma tentativa de manter aliados influentes no DEM é "uma bobagem". "Não tem questão partidária nenhuma."
Kassab disse que também ofereceu cargos em conselhos a Bornhausen -que se desfiliou do DEM e diz que não pretende aderir ao PSD-, mas ele não aceitou.As informações são da Folha do tucanato
A privataria está de olho no HC
O TUCANATO GOSTA de atravessar a rua para escorregar na casca de banana que está na outra calçada. Há uma semana, soube-se que o governo do doutor Geraldo Alckmin suspendeu o programa de reforço privado do ensino de idiomas para jovens da rede pública de São Paulo. Dentro do binômio educação-saúde, o superintendente do Hospital da Clínicas, Marcos Fumio Koyama, anunciou que pretende elevar de 3% para 12% a taxa de privatização dos atendimentos no maior centro médico do país.O avanço da privataria sobre o HC se dará pela expansão da porta dos clientes de planos de saúde. Todos os brasileiros têm direito aos serviços dos hospitais públicos. Pretende-se ampliar uma pirueta pela qual um tipo de cliente receberá atendimento diferenciado.
O plano, contado à repórter Laura Capriglione, colocaria o Hospital das Clínicas no paradigma do Instituto do Coração. Lindo paradigma. Em 2006, por conta de aventuras políticas e de maus administradores, o InCor quebrou e, com uma dívida de R$ 250 milhões, foi à bolsa da Viúva. Em agosto passado, uma auditoria do SUS constatou que a fila para alguns exames na sua portaria de baixo tinha de oito a 14 meses de espera (um ano para um ecocardiograma infantil). Na portaria de cima, atendimento imediato. São muitos os truques. Um deles é simples: pelo SUS a patuleia precisa cumprir uma série de etapas e consultas para chegar ao exame; pelo plano privado, basta uma solicitação do médico.
A segunda porta dos hospitais públicos é um caso de apropriação privada do patrimônio da Viúva, patrocinado por burocratas e operadoras que obstruem o ressarcimento, pelos planos de saúde, do atendimento de seus clientes na rede do SUS. No momento em que hospitais da Viúva e as operadoras criam um sistema híbrido dentro do SUS, constrói-se a pior das situações, uma rede pública para usufruto privado. A complementaridade das duas redes não passa pela criação de uma porta preferencial. É o contrário: uma só porta, com um só tipo de atenção, e o ressarcimento é tratado noutro andar, na seção de contabilidade.
Segundo os defensores das duas portas, os recursos captados junto às operadoras melhorariam o atendimento da clientela do SUS. Nada impede que o serviço melhore numa porta e continue deficiente na outra, ou que a instituição quebre, como ocorreu com o InCor.
O doutor Koyama informa que atualmente os planos de saúde pagam pelo equivalente a 3% dos atendimentos e contribuem com R$ 100 milhões anuais, ou "10,6% das nossas receitas". Essa conta não fecha. O orçamento de 2009 do HC, publicado em seu relatório anual, diz que a receita da instituição foi de R$ 1,4 bilhão. Admitindo-se que a receita deste ano seja igual à de 2009, os 10,6% viram 6,9%. Se alguém tolerar um desvio desse tamanho ao tirar a pressão de um paciente, coitado dele.
Na campanha eleitoral de 2006, quando o PT inventou que Alckmin pretendia privatizar a Petrobras, ele teve que vestir um jaleco da empresa para desmentir a falsidade. Agora, com o superintendente do HC anunciando que pretende quadruplicar o tamanho da porta privatizada do HC, ele pode tirar as medidas para um novo jaleco.Artigo de Elio Gaspari... Mais notícias para você, aqui www.osamigosdobrasil.com.br
Bornhausen extirpa o DEM da política
A diáspora no DEM chegou ao presidente de honra do partido, Jorge Bornhausen. Apontado por deputados e senadores da legenda como a eminência parda por trás da criação do PSD, o ex-senador confirmou a saída da sigla ontem. O político, que estava no partido desde 1985, quando ele ainda era PFL, influenciou ativamente a montagem do PSD, levando ao partido cerca de 85% do diretório demista de Santa Catarina. Como anunciou, ao mesmo tempo, a retirada da vida pública, Bornhausen diz que não seguirá seus políticos de confiança no estado e ficará sem filiação partidária.
No início da semana, Bornhausen jantou com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e recomendou que o parlamentar mantivesse contatos com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, um dos principais nomes do novo partido. Ontem, confirmou que não faz parte mais dos quadros do DEM. "Vou me desfiliar, mas não tenho razão para continuar participando de atividade partidária", disse.
O ex-senador por Santa Catarina esteve no centro da polêmica pela sucessão do antigo presidente do DEM Rodrigo Maia, no início do ano. O cabo de força unia Bornhausen, o ex-senador Marco Maciel e Kassab, de um lado; e os deputados ACM Neto (DEM-BA) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), além do próprio Maia e do senador Agripino Maia (DEM-RN), de outro. Com o triunfo de Agripino, a parcela excluída iniciou o processo de debandada rumo ao PSD. Somente de Santa Catarina, saíram do DEM para o PSD o governador, Raimundo Colombo, 43 prefeitos, 44 vice-prefeitos, 406 vereadores, 7 deputados estaduais e três federais, incluindo o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Paulo Bornhausen, filho do ex-senador.
Amarras
Antigos companheiros de partido do ex-senador não o perdoam por comandar o esvaziamento do DEM. Líder do partido na Câmara, ACM Neto (DEM-BA) aponta erros de Bornhausen na condução do partido como os principais motivos da atual fragilidade da legenda. "A mudança de PFL para DEM foi fruto da cabeça dele, só que o Bornhausen não fez o esforço interno necessário para que o partido ganhasse a musculatura necessária. Se lamentamos a saída dele, por outro lado ficaremos mais livres para conceber um novo modelo de atuação sem as amarras desse passado desenhado por Bornhausen."
Outro ex-senador derrotado na disputa interna demista, o pernambucano Marco Maciel é o último do grupo de Bornhausen que ainda não anunciou o rumo que adotará daqui para frente. Vários aliados no estado, no entanto, já rumaram para o PSD, entre eles o ex-deputado federal André de Paula. Ao todo, o novo partido conta com 39 deputados federais confirmados, dois senadores, dois governadores e seis vice-governadores. Até o fim da semana que vem, a expectativa é de que esse número chegue próximo dos 50.
"Acreditamos na possibilidade de reunir 45 deputados federais já no fim da próxima semana", antecipa o deputado federal Guilherme Campos (PSD-SP). O novo partido também estabeleceu como meta a adesão de mais quatro senadores até a criação formal no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), provavelmente em julho.
O envolvimento secreto da TV Globo com o SNI após o atentado do Riocentro
O ditado popular diz que o peixe morre pela boca.
Algum tempo atrás, a TV Globo fez um site "Memória da Globo", onde tenta apagar a má imagem em alguns episódios golpistas, e sobre seu colaboracionismo com na sustentação da ditadura.
No site, ela se apresenta como "vítima da repressão", dizendo que a redação da emissora fora "ocupada" por militares (supostamente do SNI), para abafar a apuração do atentado do Riocentro.
Então por que ela não dá os nomes dos "repressores" que "ocuparam" a redação? ... Leia tudo aqui.
Algum tempo atrás, a TV Globo fez um site "Memória da Globo", onde tenta apagar a má imagem em alguns episódios golpistas, e sobre seu colaboracionismo com na sustentação da ditadura.
No site, ela se apresenta como "vítima da repressão", dizendo que a redação da emissora fora "ocupada" por militares (supostamente do SNI), para abafar a apuração do atentado do Riocentro.
Então por que ela não dá os nomes dos "repressores" que "ocuparam" a redação? ... Leia tudo aqui.
Acabou a raça deles: Bornhausen deixa DEM
O presidente de honra do DEM, Jorge Bornhausen (SC), anunciou nesta sexta-feira sua saída do partido, mas negou que seu futuro seja o PSD, legenda comandada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. O ex-senador disse que a decisão encerra sua vida política, informou a assessoria do DEM catarinense. A matéria completa está aqui www.osamigosdobrasil.com
Oposição quer governar com a OAB do Cansei
Um dia depois de liderar uma rebelião e abandonar o plenário do Senado, segundo eles, em protesto contra a aprovação da Medida Provisória 513, que tratava de oito assuntos distintos, a oposição ganhou ontem o apoio do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcanti. Ao procurar a OAB, o grupo deu mais um passo na busca de apoio da sociedade civil para furar o bloqueio da maioria governista no Congresso Nacional disse o presidente da OAB.
O presidente da OAB, aquela que promoveu o cansei, para tentar derrubar o Presidente Lula, manifestou ontem apoio à proposta do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que muda o rito das medidas provisórias para, entre outras regras, fazer com que esse instrumento não tenha força legal imediata. A ideia é que a MP tenha vigência apenas após uma comissão mista permanente do Congresso aprovar a admissibilidade, ou seja, se cumpre os requisitos de urgência e relevância exigidos pela Constituição.
- Trata-se de uma causa republicana que transcende interesses partidários, diz respeito ao fortalecimento da democracia no Brasil. Não é um papel adequado para o Legislativo votar uma MP com assuntos totalmente díspares em razão de uma maioria que o governo tenha - disse Ophir.
- Trata-se de uma causa republicana que transcende interesses partidários, diz respeito ao fortalecimento da democracia no Brasil. Não é um papel adequado para o Legislativo votar uma MP com assuntos totalmente díspares em razão de uma maioria que o governo tenha - disse Ophir.
Além de oposicionistas assumidos como Aécio Neves (PSDB-MG), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Demóstenes Torres (DEM-GO), Itamar Franco (PPS-MG) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), participaram do encontro na OAB dissidentes da base governista, como Pedro Taques (PDT-MT).
STJ interrompe julgamento da Satiagraha
O ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), votou ontem contra o pedido dos advogados do banqueiro Daniel Dantas para que sejam anuladas investigações da Operação Satiagraha. Para a defesa, a participação de integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) nas apurações foi ilegal, as provas deveriam ser consideradas nulas e a ação que condenou Dantas a 10 anos de prisão por corrupção, extinta.
Em março, os ministros Adilson Macabu e Napoleão Nunes Maia Filho tinham votado a favor de habeas corpus para Dantas. Ontem, após o voto de Dipp, o julgamento foi interrompido por pedido de vista de Laurita Vaz. Também falta votar o presidente da 5ª. Turma, Jorge Mussi.
Os amigos do Presidente Lula, são os amigos do Brasil!
Os amigos do Presidente Lula, cresceu, agora temos também, "Os amigos do Brasil", tudo graças a vocês que apoiam e divulgam nosso trabalho. Depois de quase 6 anos criamos o site para nossos queridos leitores que querem fazer a diferença na rede web sempre bem informados com aquelas notícias que a imprensa esconde . Mas, não se preocupem, o "blog Os amigos do Presidente Lula" NÃO vai acabar. Estaremos aqui diariamente e aqui no http://www.osamigosdobrasil.com.br/ Esperamos contar com o apoio de vocês!
Demo-tucanos de SP desviam donativos das vítimas das enchentes para esquema de compra de votos
Uma gravação telefônica da Rádio Bandeirantes flagra o envolvimento do vereador Ushitaro Kamia (DEM) em esquema de desvio de donativos recolhidos pela Defesa Civil da prefeitura de São Paulo.
As roupas, água mineral, calçados, brinquedos que a população doou para serem enviados às vítimas das enchentes no Rio de Janeiro ficaram, em boa parte, estocadas na Defesa Civil paulistana.
O chefe da Defesa Civil, Jair Paca de Lima, foi candidato a deputado estadual em 2010 pelo PSDB.
Em vez de distribuir de forma republicana para qulaquer entidade séria e necessitada, os donativos passaram a ser objeto de barganha da caridade com bens públicos a troco de votos, controlada por vereadores demo-tucanos (do DEMos e do PSDB).
Na gravação, uma funcionária da Defesa Civil indica que, para receber os donativos, só com "indicação" do escritório político do vereador Kamia (DEMos).
A Rádio afirma ainda que, para conseguir votos nas regiões mais carentes, os donativos seriam entregues mediante a apresentação do título de eleitor.
As roupas, água mineral, calçados, brinquedos que a população doou para serem enviados às vítimas das enchentes no Rio de Janeiro ficaram, em boa parte, estocadas na Defesa Civil paulistana.
O chefe da Defesa Civil, Jair Paca de Lima, foi candidato a deputado estadual em 2010 pelo PSDB.
Em vez de distribuir de forma republicana para qulaquer entidade séria e necessitada, os donativos passaram a ser objeto de barganha da caridade com bens públicos a troco de votos, controlada por vereadores demo-tucanos (do DEMos e do PSDB).
Na gravação, uma funcionária da Defesa Civil indica que, para receber os donativos, só com "indicação" do escritório político do vereador Kamia (DEMos).
A Rádio afirma ainda que, para conseguir votos nas regiões mais carentes, os donativos seriam entregues mediante a apresentação do título de eleitor.
TSE cassa propaganda na TV do DEMos por ter "alugado" o horário para José Serra
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| Propaganda do DEMos para Serra, fora-da-lei: o tucano não poderia ocupar o horário de partidos a que não era filiado. |
A lei só permite que apareçam pessoas filiadas ao próprio partido, e Serra não era filiado ao DEMos.
Ontem o plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) julgou e condenou o DEMos, com multa de R$ 50 mil e perda de propaganda partidária neste semestre.
Com isso, o DEMos teve 40 minutos na TV cassados:
- 20 minutos de inserções nacionais, que iriam ao ar nos dias 2, 4, 7 e 11 de junho;
- 20 minutos do programa nacional em bloco, que seria exibido em 9 de junho.
Só falta o TSE condenar também o PPS e ao PTB, que fizeram a mesma coisa que o DEMos.
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