A partir desta sexta-feira (1º), a maior parte dos pedágios de São Paulo passa a cobrar novas tarifas nas rodovias concessionadas do Estado. Com o reajuste, o preço do pedágio do Sistema Anchieta-Imigrantes que é o mais caro do estado vai passar de R$18,50 para R$ 20,10. A concessionária Ecovias, que administra o sistema de estradas que levam ao litoral sul, informou que a receita líquida da empresa em 2010 atingiu aproximadamente R$ 687 milhões(Veja o vídeo). E os custos operacionais foram de R$ 280 milhões. Ainda de acordo com a nota, a variação dos custos de 2009 para 2010 subiu 0,31%. Enquanto que o reajuste do ano passado foi de 5,21%. Veja a reportagem de Marcela Rahal Leia a matéria completa aqui
Blog do Ribamar Bianchini Quando levanto cedo e coloco o pé no chão o DIABO lamenta: O CARA ACORDOU
domingo, 3 de julho de 2011
O castelo do governador do partido da elite
Para FHC, é preciso abandonar visão de que PT é povo e PSDB é elite
Quando o inverno começa, o governador de São Paulo têm destino certo. O refúgio é um castelo de 105 cômodos numa das montanhas mais altas de Campos do Jordão, onde está o Palácio Boa Vista --a "casa no campo" oficial do Estado.
Neste fim de semana, Geraldo Alckmin (PSDB) inaugurou a temporada no local para participar da abertura do festival de música da cidade (181 km de São Paulo).
Enquanto passeia pelos jardins da casa, o tucano poderá esbarrar em algum grupo de turistas curiosos para descobrir detalhes de sua vida íntima. Parte do palácio funciona como museu e é aberta à visitação.
"Este é o quarto do governador, onde dormem o Alckmin e a Lu [primeira-dama]", anuncia a monitora Maria Clotilde Lemos, 73. Os visitantes logo questionam dona Clô, como é conhecida, ao perceberem que há duas camas de solteiro.
"Eles são um casal apaixonado, gostam de dormir juntinhos no frio", brinca a monitora, que há 38 anos guia os passeios.
Na verdade, Alckmin e Lu dormem em outro cômodo, também no primeiro andar. Os móveis, no entanto, são mais novos e confortáveis.
O quarto foi o escolhido pelo então governador Adhemar de Barros quando inaugurou o palácio de inverno oficial, em 1964. Fica em cima do gabinete para despachos, onde está a obra "Operários", de Tarsila do Amaral.
Na gestão anterior (2001-06), o casal costumava levar os três filhos nos fins de semana, e a primeira-dama organizava missas aos domingos na capela projetada por Paulo Mendes da Rocha.
Neste ano, o palácio foi escolhido para uma fuga da capital logo depois da posse.
COSTUMES
O ex-governador José Serra (PSDB) preferia dormir em um cômodo no térreo, ao lado da sala de estar com lareira e TV de plasma.
Segundo conhecedores da rotina do palácio, Serra (2007-10) foi o governador mais assíduo. Inverno ou não, viajava a Campos do Jordão. Ajustou, inclusive, um quarto para o neto.
Seu vice e sucessor, Alberto Goldman (PSDB), ficou só nove meses no cargo, mas aproveitou os confortos do local. Passava horas no salão nobre do palácio tocando piano, um de seus hobbies.
Presidentes têm um quarto próprio, com uma cama vinda da França de 2,40 metros de comprimento.
Na visita, feita por 7.000 turistas em junho, a monitora conta que o ex-presidente que mais deitou naquela cama foi Fernando Henrique Cardoso. Ele já se hospedou no palácio 12 vezes. Lula recebeu convite, mas nunca foi por motivos de agenda.Da Folha
Presidente Itamar Franco morre aos 81 anos em São Paulo
DE SÃO PAULO Itamar Franco, presidente da República de 1993 a 1994, morreu aos 81 anos neste sábado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 21 de maio, quando foi diagnosticado com leucemia. Eleito senador pelo PPS de Minas Gerais no ano passado, Itamar estava licenciado do cargo depois para realizar o tratamento contra a doença e, segundo os médicos, vinha respondendo bem às sessões de quimioterapia. Lula Marques - 11.mai.11/Folhapress | |
Itamar, completou 81 anos no último dia 28 de junho, assumiu a Presidência após a renúncia de Fernando Collor de Mello. Ele também governou o Estado de Minas Gerais entre 1999 e 2003 e foi eleito senador no ano passado, com 5.125.455 votos.
PERFIL
O engenheiro Itamar Augusto Cautiero Franco nasceu em 28 de junho de 1930 a bordo de um navio. Ele foi registrado em Salvador (BA). Sua carreira política teve início no MDB (Movimento Democrático Brasileiro), legenda pela qual foi eleito prefeito de Juiz de Fora em duas gestões, entre 1967 e 1971 e entre 1973 e 1974.
Também representando o MDB, Itamar chegou a Brasília para seu primeiro mandato como senador em 1974. Ele se reelegeu em 1982, já como militante do PMDB.
Quatro anos depois, Itamar migrou para o PL, após divergências com o diretório mineiro do PMDB. Ele chegou a concorrer ao governo de Minas, mas perdeu a disputa para a antiga legenda.
Em 1989, durante as primeiras eleições diretas para presidente depois da ditadura militar, Itamar foi eleito vice-presidente do Brasil pelo PRN, na chapa de Fernando Collor de Melo. Collor recebeu 20 milhões de votos no primeiro turno e 35 milhões no segundo turno, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
PRESIDÊNCIA
Itamar Franco assumiu a Presidência da República em 2 de outubro de 1992, depois da renúncia de Collor e do processo que levou ao seu impeachment. O mineiro nascido na Bahia permaneceu no cargo de comandante em chefe da nação durante dois anos, três meses e 29 dias.
Seu governo foi marcado por uma coalizão de partidos com o objetivo de garantir a governabilidade e a estabilidade democrática após o processo de impeachment que mobilizou a sociedade e os crescentes problemas econômicos, como a escalada da inflação.
Entre os feitos de Itamar como presidente está a aprovação do IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira) que, em 1996, passou a se chamar CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
Em 1993, o governo realizou um plebiscito previsto na Constituição de 1988 para escolher a forma e o sistema de governo brasileiros. O resultado confirmou o regime republicano e o sistema presidencialista.
Ainda durante a gestão de Itamar, em 1993, Fernando Henrique Cardoso foi nomeado ministro da Fazenda, e incumbido com a tarefa de combater a inflação. No mesmo ano, o Brasil adotou o Cruzeiro Real, e foi lançado o Plano de Estabilização Econômica, que preparava o país para a introdução de uma nova moeda.
Em julho de 1994, o real começou a circular.
A estabilidade econômica do Plano Real garantiu a FHC a vitória na disputa presidencial daquele ano.
VIDA PÚBLICA
Desde que passou a faixa de presidente a FHC, em 1º de janeiro de 1995, Itamar seguiu na vida pública. Ele se tornou embaixador do Brasil em Portugal entre 1995 e 1996 e, depois, representou o país na OEA (Organização dos Estados Americanos) de 1996 a 1998.
Neste ano, depois de não ter conseguido a indicação do PMDB para disputar a Presidência, Itamar venceu as eleições para o governo de Minas Gerais.
Ele tentou concorrer nas eleições presidenciais de 2002 e 2006, mas perdeu a indicação do partido novamente para outros candidatos. Em 2009, Itamar anuncia sua filiação ao PPS e, no ano seguinte, disputa as eleições para o Senado.
O presidente foi eleito senador por Minas com 5.125.455 votos. Seu primeiro suplente é José Perrela de Oliveira Costa.
domingo, 26 de junho de 2011
Então, o filho não é de FHC?
Segundo conta a revista Veja, adorada pelos politicos de oposição, exame de DNA revela que filho que FHC reconheceu não era dele
Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
Dois exames de DNA, o último deles feito no início do ano, deram um desfecho surpreendente a uma história envolta em muita discrição há duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009 em um cartório espanhol, não é filho do ex-presidente.
Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
A situação, porém, sempre foi envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela jornalista Mônica Bergamo de uma reportagem sobre o reconhecimento de Tomás na Folha de S. Paulo, em 2009.Da coluna do Lauro Jardim
Juiz que cancelou união gay é pastor da Assembleia de Deus
"Deus me incomodou, como que me impingiu a decidir", disse o juiz Jeronymo Villas Boas, que cancelou um registro de união estável de um casal de homens na semana passada, em Goiânia.A declaração do magistrado foi dada na manhã desta quarta-feira, na Câmara dos Deputados, em um ato das frentes parlamentares Evangélica e da Família e de lideranças evangélicas em defesa do juiz.
Apesar de afirmar que sua decisão não é discriminatória e "se resume ao controle de legalidade do ato" específico do casal de Goiânia, que não teria preenchido todos os requisitos necessários para o registro da união, Villas Boas deixou claro seu descontentamento com a decisão do STF que reconheceu a união estável para casais gays. "Eu respeito a Constituição como ela foi escrita."
Em vários momentos de sua fala, o juiz fez referências a Deus e à fé dos presentes. Ao argumentar que um juiz não pode ter medo ao proferir suas decisões, disse temer "a Deus, não aos homens".
Após o ato, questionado sobre a eventual influência da religião na sua decisão, Villas Boas se irritou e ensaiou deixar o local. "Eu, como você, tenho direito a expressar a minha fé e sou livre para exercer o meu ministério. Isso não interfere nos meus julgamentos. Mas sou pastor da Assembleia de Deus Madureira. E não nego a minha fé."
O juiz disse ainda que está tranquilo e seguro da decisão que tomou e que, se não for "impedido por decisão superior", vai fazer o mesmo controle com outros registros de uniões homoafetivas.
Deputados da bancada evangélica presentes declararam apoio irrestrito ao magistrado. "Essa desobediência santa nos inspira", afirmou o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) Na Folha
Fora da oposição, Colombo pede verbas a Dilma
O ex-Presidente Lula recebeu ontem o Prêmio Food World 2011, em Washington. Lula quer usar a premiação para cacifar a candidatura de seu ex-ministro José Graziano da Silva para a direção geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
O ex-presidente de Gana John Agyekum Kufuor também foi premiado ontem. Segundo os organizadores do evento, os dois ex-presidentes foram escolhidos pelo esforço feito durante seu governo para executar políticas públicas de combate à fome e à pobreza.
Brasil e Gana devem cumprir metas do Milênio da ONU, de reduzir a pobreza pela metade até 2015. O World Food Prize foi criado em 1986 por Norman E. Borlaug, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1970, para premiar pessoas que contribuem para o fim da fome no mundo.
Lula, de acordo com as informações do prêmio, determinou que mais de dez ministérios se concentrassem nos programas de transferência de renda, permitindo que mais pessoas tivessem acesso à alimentação. O ex-presidente foi elogiado pelo estímulo à agricultura familiar e aos projetos de educação. Segundo dados oficiais, o Brasil reduziu de 12% a faixa de pessoas vivendo em condições de extrema pobreza, em 2003, para 4,8%, em 2009.
Com a premiação, o ex-presidente pretende reforçar a candidatura de Graziano para a direção-geral da FAO, feita por Lula em 2010. A eleição acontecerá durante o congresso da entidade, que começa no sábado, dia 25, em Roma.
O ex-ministro Graziano é agrônomo, economista e coordenou a elaboração do programa Fome Zero, que foi desarticulado no começo do governo Lula. Desde 2006, Graziano é o representante regional da FAO para a América Latina e o Caribe. A função da direção geral do órgão é, sobretudo, diplomática. O objetivo central do órgão da ONU é promover a segurança alimentar no mundo.
Lula intensificou a pressão internacional pela eleição de Graziano. No domingo, o ex-presidente publicou no jornal inglês The Guardian um artigo apoiando-o. Segundo o ex-presidente, a candidatura reafirma o "compromisso do Brasil para com a agenda universal de combate à pobreza e à fome". Lula afirmou que o Brasil, em seu governo, se comprometeu a colocar o problema da fome como uma das prioridades da comunidade internacional.
"De modo consistente com isso, o Brasil tem trabalhado internacionalmente por uma ordem global mais igualitária e equilibrada. Nossa perspectiva está baseada na construção de parcerias igualitárias com países em desenvolvimento em todo o mundo", escreveu Lula. "As credenciais do Brasil no combate à fome e à pobreza estão bem estabelecidas", afirmou. Segundo Lula, o Fome Zero, coordenado por Graziano, " foi o ponto de partida para todas as outras políticas implementadas nos anos seguintes", escreveu o ex-presidente, referindo-se a programas de transferência de renda como o Bolsa Família.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Fora da oposição, Colombo pede verbas a Dilma
O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, obteve da presidente Dilma Rousseff, em reunião ontem, em Brasília, a promessa de auxílio do governo federal em demandas de infraestrutura para seu Estado. As principais obras serão a construção e a conservação de rodovias, a reforma do aeroporto de Florianópolis e a construção de um novo presídio.
A discussão sobre a divisão dos royalties do petróleo também foi tema da reunião. "É um absurdo que somente alguns Estados recebam dinheiro. A riqueza deve ser repartida com todo o Brasil. Vamos mobilizar, na medida do possível, nossos parlamentares para votarem de acordo com os interesses estaduais", disse Colombo.
Segundo Colombo, a duplicação da BR 470, utilizada no escoamento da produção para os portos do Estado é fundamental. "A obra é importantíssima para levar a produção aos portos e vai custar mais de R$ 1 bilhão", explicou. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) fará um empréstimo de US$ 250 milhões para recuperação de estradas estaduais e o BNDES vai entrar com mais R$ 40 milhões para uma série de obras em infraestrutura em Joinville. Colombo disse que a duplicação da BR 470 terá o edital lançado já no próximo mês. O aeroporto de Florianópolis tem a licitação prevista para daqui a 60 dias e a construção de uma nova penitenciária aguarda a liberação dos recursos federais.
Eleito pelo DEM, partido de oposição ao governo federal, Colombo anunciou que vai se transferiu para o PSD, partido que está sendo criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Segundo entrevistas dadas por seus fundadores, a legenda não fará oposição sistemática ao governo federal, com quem pretende estar mais alinhado do que contra.
Tucano Fruet a um passo de "virar a casaca"
Um dos últimos deputados oposicionistas que ganharam holofotes durante a CPI dos Correios, em 2005, está com os dois pés na base governista. Responsável por boa parte dos ataques na maior crise do então governo Lula, Gustavo Fruet deve anunciar a saída do PSDB para o PDT nas próximas semanas. Com a bênção do PT, seria o candidato governista à prefeitura de Curitiba no ano que vem. Em rota de colisão com o governador paranaense, Beto Richa (PSDB), o ex-deputado federal teria um petista como candidato a vice na chapa.
À época da CPI dos Correios, Fruet era o representante dos tucanos da Câmara dos Deputados no colegiado, ao lado de Eduardo Paes. Os dois foram responsáveis na Casa por boa parte das duras críticas dos tucanos ao suposto esquema de superfaturamento de contratos da estatal e caixa dois de campanha. O primeiro a pular o muro rumo à base governista foi Paes, que se filiou ao PMDB e esqueceu as críticas do passado para eleger-se prefeito do Rio de Janeiro em 2008, com uma ajuda providencial de Lula. Por causa de um racha interno no PSDB paranaense, Fruet deve seguir rastro semelhante até meados de julho.
A sinuca do ex-deputado federal ficou configurada depois que ele perdeu a disputa pelo Senado para Roberto Requião (PMDB-PR). Sem mandato, ele almeja desde então concorrer à prefeitura. Mas o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), é homem de confiança de Richa e tentará a reeleição. Isolado no partido, Fruet busca opções de legenda dentro da base governista. Além do PDT, correm por fora o PV e o PMDB. "É uma situação difícil de ser revertida. Cumpri meu papel de oposição, mas não tenho mais segurança política por conta da movimentação do meu partido. Uma legenda não pode ser a soma de projetos individuais", critica Fruet.
Acordo
Pela estratégia elaborada com o PT, o ex-deputado seria o candidato governista à prefeitura de Curitiba, com um nome petista de vice. O mais forte é o deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR). Pelo acordo, Fruet apoiaria o PT dois anos depois, na eleição para o governo do Paraná - a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, é o principal nome do partido para 2014. "As conversas com Fruet estão avançadas e esperamos a decisão dele para julho. Assim, teremos tempo suficiente de montar uma estrutura forte de campanha. Mas isso não significa que iremos pressionar por uma decisão antecipada", explica o deputado federal André Vargas (PT-PR).
Sobre a mesa de Fruet, pesa em favor do PDT o fato de o partido ser o único em que ele não encontraria desafetos imediatos. No PMDB, legenda à qual o ex-deputado foi filiado, haveria necessidade de composição com Requião. Nas últimas semanas, o ex-governador teria dado até aval para um armistício - e o embarque de Fruet no partido. Mesmo assim, as conversas ainda não evoluíram.
No PSC, o ex-deputado federal teria como entrave o deputado federal Ratinho Júnior (PSC-PR). Já o PV vive fase de intensa turbulência interna e deve perder seu principal quadro, Marina Silva, na semana que vem. "O PSDB tem pouquíssimos candidatos competitivos nas capitais brasileiras e até agora não tem projeto unificado. Há três meses, pedi uma resposta. Nada me foi dito até agora, mas chegará a hora em que o silêncio será uma resposta", antecipa Fruet.Correio
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